Plano Safra para MS pode chegar a R$ 16 bilhões com juros menores a quem usa práticas sustentáveis

A Superintendência Estadual do Banco do Brasil anunciou, na manhã dessa terça-feira (15), o aporte de R$ 230 bilhões para financiar o Plano Safra 2025/2026, que traz um acréscimo de 2% em relação ao montante disponibilizado pela instituição em nível nacional na safra passada (R$ 225 bilhões).

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O secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Rogério Beretta, representou o Governo do Estado no evento realizado na agência do BB localizada na Avenida Afonso Pena, esquina com a rua 13 de Maio, centro de Campo Grande.

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Também estavam presentes o secretário executivo da Agricultura Familiar, dos Povos Originários e das Comunidades Tradicionais da Semadesc, Humberto Melo; o diretor-presidente da Iagro (Agência Estadual de Vigilância Sanitária Animal e Vegetal), Daniel Ingold; a superintendente estadual do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Marina Viana; o superintendente estadual de Pesca, Marcelo Heitor; e o superintendente do Sebrae/MS (Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas), Claudio Mendonça, entre outros convidados.

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Conforme explicou o superintendente regional do BB, Omar de Vasconcelos, não há valor fixado para Mato Grosso do Sul dentro do Plano Safra. O que há é uma projeção em cima do montante global.

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“Normalmente o Estado fica com 5% a 7% do total”, afirmou. Se chegar ao índice máximo, Mato Grosso do Sul pode dispor de até R$ 16,1 bilhões só junto ao Banco do Brasil para financiar a próxima safra.

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No ano passado, ante um valor global de R$ 225 milhões, o Estado contratou financiamentos de R$ 12,7 milhões, o que corresponde a 5% do total. Desse montante, R$ 250 milhões foram destinados à Agricultura Familiar, beneficiando ao menos 1.650 famílias.

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A Agricultura Empresarial contratou R$ 12,4 bilhões, sendo R$ 9 bilhões para custeio, R$ 1,7 bilhão para investimentos e R$ 1,7 bilhão para a comercialização. Os dados são da Superintendência do BB no Estado.

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Tecnologia e sustentabilidade

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O secretário-executivo Rogério Beretta cumprimentou os diretores do Banco do Brasil e disse confiar na capacidade da instituição em agilizar a contratação e liberação dos recursos em tempo dos produtores prepararem o plantio da próxima safra.

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Com relação à elevação dos juros causada pelo aumento da taxa Selic, Beretta disse que os produtores terão a tecnologia como aliada para driblar essa circunstância e ampliar a margem de lucratividade com maior produtividade.

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Outra maneira de garantir juros mais baixos é agregar práticas sustentáveis à agricultura. O plantio direto na palha, técnica largamente usada em Mato Grosso do Sul há décadas, é uma das práticas sustentáveis que ajuda a fixar o carbono no solo e, consequentemente, impede a emissão de gases poluentes na atmosfera.

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“Nós precisamos dessas práticas sustentáveis, buscamos ser Estado Carbono Neutro até 2030, de modo que esse incentivo do Plano Safra vem ao encontro das metas ambientais de Mato Grosso do Sul”, completou.

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João Prestes, Comunicação SemadescFotos: Mairinco de Pauda/Semadesc

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