Mato Grosso do Sul supera 355 mil testes e reforça combate às hepatites – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Mais de 355 mil testes rápidos para hepatites B e C foram realizados em todo o Estado em 2024, com atendimento gratuito nas unidades de saúde do SUS

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Com quase mil testes realizados por dia ao longo de 2024, Mato Grosso do Sul intensificou o diagnóstico precoce das hepatites virais, totalizando mais de 355,4 mil exames rápidos para os tipos B e C no último ano. A testagem tem sido uma das principais estratégias adotadas pelo Estado para identificar precocemente a infecção, evitar complicações graves e interromper a cadeia de transmissão.

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Neste Julho Amarelo, a campanha nacional reforça a importância da testagem regular, da vacinação e do tratamento gratuito oferecido pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Os testes rápidos para hepatites B e C estão disponíveis em todas as unidades de saúde.

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O diagnóstico precoce é fundamental para impedir a evolução da doença para quadros graves, como cirrose e câncer hepático. Além disso, o SUS oferece tratamento e acompanhamento clínico para os casos confirmados.

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Em 2024, como resultado dos esforços para intensificar a detecção precoce das hepatites virais, foram realizados 222.100 testes rápidos para hepatite B, e 133.325 para hepatite C em todo o Mato Grosso do Sul, totalizando 355,4 mil testagens.

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Os testes foram enviados pelo Ministério da Saúde à SES (Secretaria de Estado de Saúde), responsável pela logística de distribuição aos 78 municípios; no caso de Campo Grande o envio é feito diretamente pela União à Capital.

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Esses números evidenciam o avanço das ações de testagem e o compromisso do estado com a ampliação do acesso ao diagnóstico, pilar fundamental para o controle das infecções e a interrupção da cadeia de transmissão.

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“Recomendamos que todas as pessoas façam o teste de hepatites virais pelo menos uma vez na vida. Já os grupos mais vulneráveis devem manter uma rotina de testagem mais frequente”, orienta Larissa Martins do Nascimento, gerente de IST/Aids e Hepatites Virais da SES.

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“Ao procurar a unidade de saúde mais próxima, é possível realizar o teste, se vacinar e, quando necessário, iniciar o tratamento gratuito”, reforça.

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Saiba mais sobre os tipos de hepatite:

    • A hepatite A costuma se manifestar de forma geralmente leve, automilitada e não crônica. Sua prevenção está ligada a boas condições de saneamento, higiene e vacinação.
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    • Já a hepatite B possui transmissão sexual, sanguínea e vertical (de mãe para filho). Pode ser tornar crônica e evoluir para cirrose e câncer hepático. A vacina é gratuita e está disponível para todas as faixas etárias.
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    • A hepatite C é transmitida principalmente por sangue, com alta taxa de cronificação e elevada mortalidade, comparável ao HIV. Não há vacina, porém o tratamento está disponível pelo SUS.
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Vacinação

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A vacina contra a hepatite B é indicada para pessoas de todas as idades e integra o calendário vacinal infantil do SUS.

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Para os bebês, o esquema vacinal preconizado é composto por quatro doses: a primeira deve ser administrada nas primeiras 12 horas de vida, de forma isolada, e as demais aos 2, 4 e 6 meses de idade, por meio da vacina pentavalente, que inclui o componente contra hepatite B. Para a hepatite A, a imunização é recomendada entre 12 meses e 5 anos de idade incompletos, em dose única. Já para a hepatite C, ainda não há vacina disponível.

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Gestação

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Durante o pré-natal, a testagem para hepatites virais é fundamental para a prevenção da transmissão vertical. No caso da hepatite B, medidas como a aplicação da vacina e da imunoglobulina específica (HBIG) no recém-nascido, nas primeiras 12 horas de vida, são altamente eficazes na prevenção da infecção.

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Já o tratamento da hepatite C deve ser adiado para o período pós-parto, uma vez que os antivirais de ação direta não são recomendados durante a gestação, devido à ausência de estudos de segurança nesse grupo.

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Transmissão

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As hepatites virais podem ser transmitidas por contato com sangue, relações sexuais desprotegidas, compartilhamento de objetos cortantes, materiais não esterilizados ou consumo de água e alimentos contaminados, a depender do tipo da doença.

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As várias manifestações da hepatite podem ser prevenidas com cuidados simples, como:

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    • Não compartilhar objetos de uso pessoal, que possam ter contato com sangue, como agulhas, alicates de unha, escovas de dente e lâminas de barbear;
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    • Usar camisinha em todas as relações sexuais;
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    • Exigir esterilização adequada de equipamentos em atendimentos médicos, odontológicos, serviços de manicure, tatuagem e colocação de piercing.
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Danúbia Burema, Comunicação SESFoto de capa: Ministério da Saúde

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