Decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal mantém a inelegibilidade do político fluminense
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na última sexta-feira (17) pela manutenção da cassação do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, ligado ao União Brasil.


A condenação de Bacellar foi proferida em março pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no contexto de um processo que também envolveu o ex-governador Cláudio Castro.
O relator do caso, ministro Cristiano Zanin, foi o responsável pelo primeiro voto no julgamento virtual, onde se manifestou contra o pedido de revisão da defesa de Bacellar. Este voto foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, restando apenas o posicionamento da ministra Carmem Lúcia.
A cassação de Rodrigo Bacellar está atrelada a uma ação que investigou diversas contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro, o que levantou sérias preocupações sobre a gestão pública.
Como consequência de sua cassação, Bacellar foi novamente preso em março, sob a ordem do ministro Alexandre de Moraes. Este desdobramento reforça a gravidade das acusações que pesam sobre o ex-parlamentar.
Além disso, o ex-governador Cláudio Castro optou por renunciar ao cargo em 23 de março, indicando um cenário político conturbado no estado do Rio de Janeiro, que tem enfrentado diversas crises de liderança e legitimidade nos últimos anos.









