Rejeição a proposta de venda do território por Trump gera reações na comunidade internacional
A obsessão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela Groenlândia se tornou alvo de zombarias globais. A pequena população groenlandesa tem demonstrado, de maneira firme e clara, seu descontentamento com a ideia de ser incorporada aos Estados Unidos, manifestando protestos que humilham tanto Trump quanto seu vice-presidente. Recentemente, a esposa do assessor Stephen Miller, Katie Miller, publicou uma imagem no X que evidenciava essa dinâmica tensa. Essa atitude pode ser interpretada como um reflexo das ilusões coletivas da administração Trump, que, com sua política expansionista, tem falhado em diversos âmbitos. A Groenlândia, por sua vez, não tem subestimado a seriedade das intenções da administração americana. Desde a invasão da Venezuela, ficou claro que Trump não demonstra respeito pela soberania e pelo direito de autodeterminação de outros povos. O verdadeiro interesse dos EUA na Groenlândia está na exploração de seus minerais raros, o que levanta questões sobre as motivações reais por trás do desejo de aquisição. As justificativas relacionadas à defesa nacional soam como um pretexto, uma vez que os Estados Unidos já possuem a maior máquina militar do mundo e não necessitam da Groenlândia para garantir sua segurança. Além disso, a busca por controle sobre o petróleo venezuelano, embora de qualidade inferior, revela uma estratégia de exploração que se estende a outros países. Em resposta a essas provocações, o premiê da Groenlândia, Jens Frederik Nielsen, fez uma declaração clara e direta: ‘Não há razão para pânico ou preocupação. A imagem compartilhada por Katie Miller, retratando a Groenlândia envolta na bandeira americana, não altera em nada a nossa realidade. Nosso país não está à venda, e nosso futuro não será decidido por postagens em redes sociais. Contudo, a imagem é desrespeitosa.’









