Ministros, governadores e prefeitos devem renunciar até 4 de abril para concorrer a novos cargos
Os políticos que buscam uma nova posição nas próximas eleições têm um prazo definido para deixar seus atuais cargos. Ministros, governadores e prefeitos que almejam se candidatar a outros postos devem renunciar até o dia 4 de abril, conforme estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Esse processo, conhecido como desincompatibilização eleitoral, é uma exigência legal que visa garantir a igualdade de condições durante o período eleitoral.
Além de governantes e ministros, a exigência também se estende a magistrados, secretários estaduais e membros do Tribunal de Contas, tanto da União quanto dos Estados e do Distrito Federal. A regra abrange ainda dirigentes de empresas e fundações públicas, que devem se afastar de suas funções se desejarem concorrer em 2026.
O não cumprimento dessa norma implica na inelegibilidade, ou seja, os candidatos que não se afastarem a tempo não poderão concorrer. Para todos os cargos mencionados, a desincompatibilização deve ocorrer com um mínimo de seis meses de antecedência da data das eleições, programadas para o dia 4 de outubro deste ano.
O TSE esclarece que os prazos de desincompatibilização podem variar conforme o cargo atual e a função que o candidato pretende assumir.
Vale destacar que deputados distritais, federais e senadores que pretendem concorrer à reeleição ou a outros cargos não são obrigados a renunciar aos seus mandatos. O presidente da República, por sua vez, não necessita deixar seu cargo se optar por disputar a reeleição, mas deve seguir as normas de desincompatibilização caso decida concorrer a uma posição diferente.
Para mais informações sobre os prazos e exigências para cada cargo, os interessados podem acessar a seção “serviços eleitorais” no site do TSE: tse.jus.br.












