A ex-secretária de Segurança Interna enfrenta possíveis consequências legais após alegações de falsidade em suas declarações.

A ex-governadora de Dakota do Sul, Kristi Noem, está enfrentando uma situação delicada após seu depoimento diante do Congresso em março. A audiência, que deveria ser uma oportunidade de defesa, se transformou em um pesadelo político para Noem, que acabou sendo afastada por Donald Trump, sendo realocada para um cargo onde sua visibilidade será mínima.
O problema central gira em torno das alegações de que Noem teria mentido durante seus depoimentos. Os membros democratas dos comitês Judiciário da Câmara e do Senado não estão dispostos a ignorar as supostas mentiras da ex-secretária, especialmente considerando que o prazo para sua acusação legal é mais longo do que o período restante de Trump na presidência.
Noem foi oficialmente mencionada em uma carta enviada pelo representantes Jamie Raskin e Dick Durbin ao Departamento de Justiça (DOJ), que detalha a necessidade de investigação sobre as declarações dela.
Na comunicação, Durbin e Raskin afirmam: “Estamos escrevendo para referir evidências que mostram que a secretária de Segurança Interna Kristi Noem repetidamente enganou o Comitê do Senado sobre Judiciário durante seu depoimento em 3 de março de 2026, e o Comitê da Câmara em 4 de março de 2026.”
Os parlamentares destacam que várias das declarações de Noem podem violar as leis criminais que proíbem a perjúrio e a realização de declarações falsas para o Congresso. Segundo a legislação federal, é crime fazer declarações materialmente falsas durante investigações conduzidas por comitês do Congresso.
A carta também menciona como a ex-secretária supostamente evitou prestar depoimento adequado, além de listar uma série de mentiras que ela teria dito sob juramento.
Essas alegações levantam questões sobre a integridade de Noem como funcionária pública e podem ter repercussões significativas em sua carreira política futura.
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