A prisão foi realizada pela Delegacia de Atendimento à Mulher após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva.
No dia 6 de outubro, a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Três Lagoas efetuou a prisão de um homem em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. A ação se deu em resposta a uma denúncia de descumprimento de Medida Protetiva de Urgência, além de acusações de ameaça e lesão corporal contra sua ex-companheira.
A vítima se apresentou na delegacia, relatando que o ex-parceiro havia invadido sua residência. O incidente ocorreu no bairro onde a mulher reside, aumentando a preocupação com a segurança dela. As autoridades foram acionadas após a mulher relatar que o homem a ameaçou e agrediu, o que motivou a busca por medidas legais para proteger sua integridade.
As medidas protetivas são instrumentos importantes na luta contra a violência de gênero, permitindo que as vítimas se sintam mais seguras ao buscar ajuda das autoridades. O descumprimento dessas ordens pode resultar em consequências legais severas, como a prisão do infrator, como ocorreu neste caso.
O trabalho da DAM em Três Lagoas exemplifica o comprometimento das forças de segurança em lidar com questões de violência doméstica e a proteção das vítimas. As ações da polícia são fundamentais para garantir que as mulheres que enfrentam situações de abuso tenham um caminho seguro para denunciar e receber assistência.
Além disso, é crucial que a sociedade se mantenha informada sobre os recursos disponíveis para vítimas de violência, como o apoio psicológico, assistência jurídica e abrigos temporários. Esses serviços podem fazer uma diferença significativa na vida de quem sofre em silêncio.
A prisão deste homem não apenas reforça a importância de se respeitar as medidas protetivas, mas também destaca a necessidade de um sistema de apoio robusto para as vítimas de violência. É essencial que as pessoas saibam que não estão sozinhas e que existem mecanismos legais para proteger seus direitos e sua segurança.
O caso em Três Lagoas serve como um lembrete de que, apesar dos avanços na legislação e na conscientização sobre a violência contra a mulher, ainda há muito a ser feito para garantir que todas as vítimas se sintam seguras e apoiadas em sua luta por justiça.










