Decisão de Alcolumbre Mantém Votações da CPMI do INSS Sem Interferências

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu não interferir na votação da CPMI do INSS, garantindo a validade de requerimentos aprovados, incluindo quebras de sigilo. A bancada do governo não conseguiu anular as deliberações, que seguem sem contestação....
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Presidente do Senado opta por não interferir em requerimentos que envolvem investigação sobre fraudes no INSS.

Na última terça-feira (3), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou que não irá intervir no processo de votação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. A comissão, que na semana anterior havia aprovado 87 requerimentos de forma integrada, incluindo a quebra de sigilo do filho do presidente Lula, Fábio Lula da Silva, por supostas ligações com fraudes no pagamento de benefícios do INSS, segue firme em suas deliberações.

Decisão de Alcolumbre Mantém Votações da CPMI do INSS Sem Interferências
Imagem: agenciabrasil.ebc.com.br
Decisão de Alcolumbre Mantém Votações da CPMI do INSS Sem Interferências
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A bancada governista tentou anular a decisão da CPMI, alegando que detinha a maioria simples necessária para rejeitar todos os requerimentos. Contudo, Alcolumbre, respaldado por um parecer da Advocacia do Senado, destacou que, conforme o regimento interno, o que prevalece na votação simbólica é o quórum de todos os parlamentares que estiveram presentes na CPMI, e não apenas aqueles que estavam lá no momento da votação.

“Ainda que se considere que o presidente da CPMI se equivocou na contagem daqueles que se levantaram contra os requerimentos, o número de votantes contrários demonstrado pelos autores não seria suficiente para ganhar a deliberação. Diante deste quadro, esta presidência conclui que a suposta violação das normas regimentais e constitucionais pelo presidente da CPMI do INSS não se mostra evidente e inequívoca”, enfatizou Alcolumbre.

Para que os requerimentos fossem derrubados, era necessário que 16 dos 31 parlamentares que registraram presença se posicionassem contra. No entanto, a contagem realizada pelos parlamentares governistas apontou apenas 14 votos contrários. Com a decisão do presidente do Senado, todos os requerimentos que foram aprovados pela CPMI permanecem válidos.

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