Estado se destaca como um dos melhores do Brasil em termos de empregabilidade no último trimestre do ano.
No último trimestre de 2025, Mato Grosso do Sul obteve uma notável taxa de desocupação de apenas 2,4%, consolidando-se como um dos estados com a menor taxa de desemprego do Brasil. Esse resultado representa não só um marco na história do estado, mas também reflete uma tendência positiva no mercado de trabalho local.
A taxa de desocupação de 2,4% é a menor já registrada em Mato Grosso do Sul, o que demonstra uma recuperação significativa da economia após os desafios enfrentados nos anos anteriores, especialmente em meio à crise gerada pela pandemia de COVID-19. O estado se posiciona como o segundo no ranking nacional, superado apenas por uma outra unidade da federação, o que ressalta a eficácia das políticas públicas voltadas para a geração de empregos e o estímulo à economia local.
Esse desempenho pode ser atribuído a diversos fatores. Entre eles, o investimento em setores estratégicos como agronegócio, indústria e serviços, que têm apresentado crescimento constante. A diversificação da economia local também tem contribuído para a criação de novas oportunidades de trabalho, com um aumento significativo no número de pequenas e médias empresas surgindo em várias áreas.
Além disso, programas de qualificação profissional têm sido implementados para preparar a força de trabalho para as demandas do mercado. A parceria entre o governo estadual e instituições de ensino tem sido fundamental para oferecer capacitação e treinamento, garantindo que os cidadãos estejam aptos a ocupar as vagas disponíveis.
Por exemplo, o programa “Mato Grosso do Sul Profissional” visa integrar cidadãos ao mercado de trabalho por meio de cursos e oficinas, promovendo a inclusão e o desenvolvimento de habilidades necessárias para atender às exigências do setor produtivo. Essa iniciativa tem proporcionado não apenas uma maior empregabilidade, mas também um aumento na renda da população.
A taxa de desocupação também varia entre diferentes grupos demográficos. Jovens e mulheres, por exemplo, têm enfrentado desafios específicos no acesso ao mercado de trabalho. Contudo, com o crescimento das políticas de inclusão e a maior oferta de oportunidades, esses grupos têm conseguido reduzir suas taxas de desemprego, o que é um avanço significativo em direção à igualdade de gênero e à valorização da juventude no cenário econômico.
Outro aspecto importante a ser considerado é o impacto da economia digital. Com o aumento do trabalho remoto e das plataformas digitais, muitos cidadãos têm encontrado novas formas de emprego, ampliando suas possibilidades de renda. Isso também reflete uma mudança no perfil das profissões mais demandadas, com uma maior valorização das habilidades tecnológicas e de comunicação.
Em suma, a taxa de desocupação de Mato Grosso do Sul, ao atingir 2,4%, não é apenas um número, mas sim um indicador de progresso e resiliência. A continuidade de políticas eficazes e o apoio ao setor produtivo serão essenciais para manter essa trajetória positiva e garantir que mais cidadãos tenham acesso a oportunidades de trabalho dignas e estáveis. O futuro do mercado de trabalho em Mato Grosso do Sul parece promissor, à medida que o estado avança na construção de uma economia robusta e inclusiva.











